sábado, 28 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
poema 1
Manhã fria num lago de fitas azuis, brilho de
Carambola agridoce no limbo da língua, do céu
A morte.
Entre as frestas, entre o musgo inesperado
e entre as fissuras das pedras
nos espreitam os cadáveres de todas as flores
do mundo inteiro orvalhando, talvez mais uma vez.
No limiar, troar de gotas azuis, l `avenir,
gracejam através de imensos séculos,
a nódoa que nada num lago azul.
Numa bela manhã fria um jovem nada num lago cristalino.
poema 1
Manhã fria num lago de fitas azuis, brilho de
Carambola agridoce no limbo da língua, do céu
A morte.
Entre as frestas, entre o musgo inesperado
e entre as fissuras das pedras
nos espreitam os cadáveres de todas as flores
do mundo inteiro orvalhando, talvez mais uma vez.
No limiar, troar de gotas azuis, l `avenir,
gracejam através de imensos séculos,
a nódoa que nada num lago azul.
Numa bela manhã fria um jovem nada num lago cristalino.
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